Uma turbina será instalada no mar da Escócia. Com capacidade de geração de energia para mil casas, ela se apresenta como uma nova perspectiva! A baixa velocidade de giro protegerá a vida marinha. Add Comment Água engarrafada é um desperdício. Do plástico usado em garrafas até os caminhões que carregam a água por milhares de quilômetros. Enquanto o consumo de água engarrafada decai em termos globais, milhões de americanos ainda tem o hábito de consumir água engarrafada. Parte do problema é que as nascentes não estão sempre potáveis e, de acordo com recente reportagem do The New York Times, as fontes de água são poucas e distantes entre si. O Designer Oliver Craig, visando apresentar uma alternativa para solucionar o enigma da água engarrafada, desenvolveu o Source Project, um sistema que exige que as lojas coloquem uma fonte de água na parte de fora de suas lojas. Quando os consumidores compram uma garrafa de água, lhe é concedido o uso das fontes. Cada vez que um frasco está cheio, os sensores RFID enviam uma mensagem para os vendedores da loja, que concedem pontos resgatáveis para compras futuras. E uma vez que a fonte de água pode ser encontrada em qualquer parte, não há problema carregar o pequeno frasco, suficiente para caber facilmente em uma bolsa As fontes e os frascos são elegantes e com aparência limpa o suficiente para convencer os devotos de água engarrafada a mudar de hábitos, mas o que é o incentivo para que os donos de lojas para instalar as fontes? Talvez nós todos estaríamos melhor servidos se os governos garantissem fontes de água pública. fonte: http://www.fastcompany.com/blog/ariel-schwartz/sustainability/source-project-sleek-alternative-bottled-water Trata-se de um produto derivado da mamona (portanto natural), apresentado em flocos amarelados que, ao serem adicionados ao óleo quente, o transforma numa mistura gelatinosa. “Depois de frio, o óleo solidificado pode ser descartado no lixo”, explica Emerson Antonio Kumabe, comerciante autônomo residente na cidade paulista de Votorantim e inventor do endurecedor de óleo ecológico. Para Carlos Mazzei, presidente e fundador da Associação Nacional dos Inventores (ANI), “o produto promete revolucionar a vida das donas de casa e de comerciantes do ramo alimentício, além de evitar problemas em redes de esgoto”. Uma vez jogado no lixo, o óleo não volta ao estado líquido, não poluindo aterros sanitários nem o solo. Segundo Kumabe, a ideia surgiu da necessidade de um local adequado para descarte do óleo usado, sem prejudicar a natureza: “As pessoas estavam acumulando óleo em garrafas pet, sem saber exatamente onde entregá-las para reciclagem”. Ao pesquisar sobre gordura vegetal, o comerciante fez experiências em casa com materiais que pudessem ser dissolvidos em óleo e o transformassem num resíduo sólido. “Qualquer um pode usar o produto, desde que nas quantidades certas: a cada 600 ml de óleo usado, aquecido em ponto de fritura, deve-se adicionar 20 gramas de flocos, e dissolvê-los completamente”. O endurecedor de óleo ecológico é inédito no Brasil, onde está patenteado. Para sua industrialização e comercialização, Kumabe tem grandes expectativas, principalmente, no caso de empresas do ramo de higiene e limpeza: “A ideia pode ser muito bem aproveitada em produtos para uso doméstico e comercial”. “O objetivo da ANI é estimular a criatividade dos inventores, e popularizar as inovações tecnológicas”, comenta Mazzei. “Trabalhamos na orientação e regularização das patentes de projetos e na posterior comercialização dos inventos em escala industrial”. Segundo Mazzei, muitos projetos de extrema importância ainda aguardam investidores interessados em produzi-los em escala industrial. Outros já estão no mercado, trazendo bons lucros para seus criadores. Os empresários interessados em produzir o invento de Kumabe ou comprar sua ideia podem entrar em contato com a ANI (11 3873 3211). Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/invento_facilita_descarte_de_ oleo_domestico_imprimir.html Medicina da UFRGS ensina sem usar animais 07/15/2009
![]() Fonte: http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id===AUUF0dW1GdhJlRaVXTWJVU Passados dois anos desde que o sacrifício de animais foi abolido no curso, professores e alunos estão muito satisfeitos. Conflito ético foi o principal motivo para a troca por modelos artificiais nas aulas práticas. Médico e professor Geraldo Sidiomar Duarte mostra tórax artificial que substitui uso de animais Por Ulisses A. Nenê O caozinho é trazido do canil e chega faceiro; caminha até o grupo de alunos de medicina e lambe as pernas de um deles. O clima na sala fica pesado e ninguém quer anestesiar e cortar o bichinho. Alguns estudantes, constrangidos, ameaçam ir embora. Cenas como esta ou parecidas aconteceram por diversas vezes, nos muitos anos em que animais foram usados nas aulas práticas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Famed/Ufrgs). Era assim, anestesiando, cortando e costurando animais vivos (vivissecação), depois sacrificados, que os futuros médicos aprendiam as técnicas operatórias e outros conteúdos. Mas isto mudou em abril de 2007, quando a Famed tornou-se a primeira faculdade de medicina do Brasil a abolir totalmente o uso de animais no ensino de graduação, no que foi seguida logo depois pela Faculdade de Medicina do ABC (SP). Não estamos falando de uma instituição qualquer: fundada há 111 anos, a Famed é considerada a melhor faculdade de medicina do país, tendo conquistado o primeiro lugar no Exame Nacional de Desempenho Estudantil de 2008 (Enade). O conflito ético foi o principal motivo para que o curso abandonasse a vivissecação, adotando o emprego de modelos anatômicos artificiais que imitam órgãos e tecidos humanos. Aprovação dos alunos Passados dois anos, a medida tem a total aprovação de alunos e professores, que garantem não haver nenhum prejuízo para o aprendizado médico. Aluna do quarto semestre, Sabrina de Noronha, 22 anos, diz que sequer pensava que pudesse haver a utilização de animais quando ingressou na medicina. Ela já cursou disciplinas importantes, como fisiologia, anatomia, bioquímica, histologia, onde aconteciam aulas práticas com vivissecação, e não precisou passar por esta experiência. As aulas de anatomia, por exemplo, só utilizam cadáveres humanos. “Não tivemos contato com animais em nenhum momento. Fiquei sabendo há pouco tempo que outras faculdades usam animais e achei isso horrível; a faculdade existe para formar profissionais que vão ajudar pessoas e para isso não precisamos maltratar outros seres, não seria ético; a gente tem tanto direito à vida quanto eles (animais), não vejo diferença”, diz a aluna. Sua colega Bárbara Kipp, 22 anos, coordenadora-geral do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Ufrgs concorda. Segundo ela, há outros métodos já bem desenvolvidos para se aprender as técnicas médicas sem precisar recorrer à vivissecação dos cães, coelhos e outros bichos. “Nunca usei animais no curso e estou aprendendo muito bem; não me sentiria à vontade se isso acontecesse e também não vejo ninguém, nenhum colega, sentindo falta”, afirma Bárbara. “Abolimos o uso de animais porque hoje não se precisa mais disso”, destaca o diretor da Famed, o médico endocrinologista Mauro Antônio Czepielewski. Não faltaram razões, pois havia alunos que não concordavam com o sacrifício dos cães e outros bichos nas aulas. Além da questão ética, a pressão das entidades protetoras dos animais era cada vez maior, conta o diretor. Também estava cada vez mais difícil conseguir os animais para servirem de cobaias, havendo ainda o problema de alojá-los e depois descartá-los, após serem sacrificados. Por isso, este procedimento vinha diminuindo ano á ano e quando foi abolido, em 2007, cerca de cinco ou seis animais ainda eram retalhados por semana nas mesas de cirurgia do curso. Modelos artificiais A mudança foi bastante discutida, e resultou na implantação de um Laboratório de Técnica Operatória, que funciona apenas com réplicas artificiais das partes do corpo humano, explica o diretor. O projeto todo, com reforma de instalações e aquisição dos modelos, importados, custou cerca de R$ 300 mil, com recursos da própria Ufrgs, Famed, Hospital de Clínicas (o hospital universitário) e Promed, um programa do Ministério da Saúde que incentiva mudanças nos currículos dos cursos de medicina. (clique aqui para ver fotos) O médico Geraldo Sidiomar Duarte, que deixou o cargo de diretor do Departamento de Cirurgia no início do mês, foi o responsável pela implantação do moderno laboratório. “Era uma deficiência grave do curso (a técnica operatória), tínhamos problemas para obter o animal, onde deixá-los, os cuidados pós-operatórios e o Ministério Público e as entidades protetoras vinham se manifestando, havia muitas objeções que criaram um conjunto de dificuldades”, relata. O trabalho era considerado insalubre e aconteciam muitos acidentes biológicos (quando alunos se cortam acidentalmente), com risco de infecção pelo sangue dos animais. Agora, o local é totalmente asséptico, não se vê uma gota de sangue no espaço de 120 metros quadrados. Duarte mostra uma peça sintética que imita perfeitamente a pele humana, inclusive na textura, onde os alunos podem fazer e refazer várias vezes cortes superficiais ou profundos, costuras e pontos. E os acidentes não acontecem mais, o risco é zero, acrescenta. Outra peça imita um intestino, a ser costurado. Numa mesa ao lado, um tórax artificial permite o treino de punções em vasos profundos, como uma imitação da veia jugular cuja pulsação é possível sentir ao toque. Membros sintéticos apresentam ferimentos diversos a serem tratados cirurgicamente. O que parece ser apenas uma pequena caixa, com uma cobertura da cor da pele, representa a cavidade abdominal para a prática de cirurgia. O médico e professor mostra catálogos com uma infinidade de órgãos artificiais que podem ser adquiridos: “Há modelos artificiais para todos os tipos de treinamento, pode-se montar um laboratório gigantesco com eles”, diz Duarte. “Estamos muito satisfeitos, e os alunos muito mais”, completa. “Isso qualificou enormemente os alunos”, reforça Mauro Czepielewski, o diretor do curso. Ele acredita que esta é uma tendência irreversível e que o emprego de modelos artificiais acabará chegando a todas as faculdades de medicina, em substituição aos animais. Diversos cursos, do Rio Grande do Sul e de outros estados, já pediram informações sobre o laboratório da Famed. “A consciência do não-uso de animais é importante para fortalecer uma visão de valorização da vida”, afirma. O diretor apenas considera muito difícil substituir animais na área de pesquisa, na pós-graduação. Mas garante que os procedimentos, neste caso, seguem rigorosos requisitos do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, com uso controlado e número limitado dos animais que servem de cobaias. Objeção de consciência O debate ético sobre vivissecação ganhou impulso no Estado a partir da atitude de um aluno do curso de Biologia, Róber Bachinski, que ingressou na justiça, em 2007, para ser dispensado das aulas que sacrificam animais, alegando objeção de consciência. Chegou a ganhar uma liminar, mas ela foi cassada, mediante recurso da Ufrgs, e o caso segue tramitando no Judiciário. Segundo ele, a abolição do uso de animais na Famed reflete uma tendência mundial: “Ao abolir o uso de animais a Famed mais uma vez demonstra a sua qualidade no ensino e o seu avanço ético e metodológico. Espero que outras universidades e cursos também sigam esse modelo e que esses métodos de ensino sejam divulgados”. Bachinski diz ainda que a abolição do uso de animais em disciplinas da medicina comprova que é possível a sua abolição em outros cursos com disciplinas equivalentes, como na farmácia, educação física, psicologia, enfermagem, biologia, veterinária. Na opinião do estudante, um novo paradigma educacional precisa ser criado, levando em conta não apenas o bem estar da sociedade e do aluno, mas também o respeito aos direitos básicos dos outros animais. EcoAgência Air Car - Carro movido a ar comprimido 07/15/2009
As vantagens do ar comprimido como vetor energéticoO ar comprimido, aplicado a um veículo, fornecem-nos vantagens abundantes em comparação com outros veículos com um motor de explosão ou de um motor elétrico.
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